Aflor

Sempre calada
Flor despedaçada
No cais do tempo
Fosse meu intento
Sendo ou não rebento
Sem país ou alento
Terias meu amor atento
Mas são pétalas ao vento
Esse amor em desalento
E nós, no sereno,
Somos veneno.
Foto (e mão) de Thayná Tenório

Deixe um comentário