Desamores

Teço-me, de Arriete VilelaA poesia poderia ser definida como tudo aquilo que é pensado e não dito, seja pela pressa dos afazeres ou pela negligência com o outro. Faz do fio bonito, do ódio amor, do amor desespero e acaba tirando de quem lê as pétalas de uma flor outrora cultivada com carinho  dedicação.Estava, nesse … Continue lendo Desamores

Poema final

Posto Pé de Serra. Palmeira dos Índios-ALGrafias antigasCantigas de ninar e amolarReviro o baúImagens sem sonsAmores sem donsDesatinosSou homemLobisomemMal-humorRisos e caretasSou um coração quebradoUm afinado sem pianoDesatinadoSou cacos de vidroPerfumes vívidosBatomTomE no passar do tempoMesmo com todo atinadoÉ sem rumoSem lençoE com desamorQue a dor abre alasA paixão deixa a salaE a vida encurtaA carga … Continue lendo Poema final

Holofote literário

O resultado do Prêmio LiteraCidade 2014 foi uma antologia que reuniu os participantes, de vencedores à menções especiais em volumes divididos por gêneros.Desastre foi minha menção no certame, publicado.Particularmente não acho grande coisa ganhar um concurso ou ser publicado em antologias. Não que não tenha valor, só que o valor que as pessoas dão é exagerado … Continue lendo Holofote literário

Mudança destrutiva

Foto: Palmeira dos Índios - AL.Rafael Rodrigo MarajáAceitar as mudanças é necessário. Tolerar mudanças ruins é escolha.Em Palmeira dos Índios as praças, que já não passam por uma reforma há anos, começaram a ser destruídas pelo Governo Municipal para 'oferecer qualidade de vida'. No entanto, considere: a) o prazo para entrega das obras não é … Continue lendo Mudança destrutiva