Sarau

Na última quarta-feira, 27 de novembro, pouco mais de duzentas pessoas estiveram no anfiteatro do IFAL, em Palmeira dos Índios, recitando Vinícius de Moraes, Mario Quintana, Poetas locais, cantando e divertindo-se sob a luz do sol de fim de tarde e sob a luz da lua do agreste.O Sarau, como foi chamado pelos organizadores, contou … Continue lendo Sarau

Entrevista com Roberto Dalmo

Roberto DalmoA entrevista de hoje é com o educador, poeta e escritor Roberto Dalmo Varallo Lima de Oliveira. Nesta semana, a temática é a interdisciplinaridade entre educação e arte, no contexto social do indivíduo. Dalmo, carioca de Niterói, licenciado em Química pela Universidade Federal Fluminense e Mestrando em Educação em Ciências pelo CEFET - RJ, … Continue lendo Entrevista com Roberto Dalmo

Os tênis do caminho

Cena do filme Os 3Os tropeços da caminhada, nas ruas e avenidas sempre tão iguais e poeirentas, são os obstáculos que precisam ser enfrentados para compor, aos poucos se sempre devagar, uma história, uma lembrança, amores, despedidas, encontros, recomeços. Às vezes são tantos tropeços que não tem calçado que resista, olho que não chore diante … Continue lendo Os tênis do caminho

Luares para o Amor não naufragar

Os autores alagoanos, de prosa e poesia, parece, enfrentam certa barreira em divulgar seus trabalhos para o interior do Estado. Seria, talvez, o naufrágio de sua obra no mar da não valorização da cultura produzida na Terra dos Marechais. Naufrágio desnecessário que priva o próprio povo de conhecer as belezas do próprio Estado.Entretanto, quando alguns … Continue lendo Luares para o Amor não naufragar

Um poema despretensioso

Há algum tempo, sem ter o que fazer e olhando meu celular carregar, acabei escrevendo o mecanismo visual do carregamento com pesamentos. O Resultado foi esse:Vermelho, Verde, AzulVermelhoO batom desnecessário da sua bocaOs lábios que ornam um belíssimo rostoOs olhos que iram-se e choramAs Lágrimas que não eclodemA paixão incontidaA incontinência do tempoAzul, Verde, VermelhoVerdeQue … Continue lendo Um poema despretensioso

As trevas de hoje, a boemia de ontem

A boemia, antes exercício natural de muitos daqueles que hoje temos como ícones literários e musicais, tornou-se um argumento desfavorável à confortável vida tranquila e produtiva do nosso cotidiano. E talvez seja isso o que torna as produções artísticas medíocres, acarretando em um insignificante diferencial no mercado de trabalho.  É durante a noite que as … Continue lendo As trevas de hoje, a boemia de ontem