Quando o choro pararE o calor cessarNo desespero sofridoA razão há de aparecerNo espelho em frenteNa foto rasgadaNo sapato viradoNa cama desfeitaNa besteira caídaQuando sair de repenteE na rua vir seus brilhantesNas mãos de outra serpenteVerá, no clarão da razão, Seu poderio abaladoSua nudez expostaSua acabada quimeraQuando a calmaria ainda vier longeE de tudo deixar … Continue lendo Caminhada*