Série SUD: Restauração. nº 02

Por que restaurar o evangelho e qual a necessidade de se fazer isso?
Muitos fazem essa pergunta quando fala-se sobre A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e encontram diversas respostas, mas não da fonte correta, e que podem gerar impressões errôneas acerca d’A Igreja de Jesus Cristo. O “Nosso Legado:  Resumo da História de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias” traz, seu primeiro capítulo, a resposta para tão pertinente pergunta no trecho elencado abaixo:

Cristo ordenando os Apóstolos

Após a morte dos Apóstolos de Cristo, o poder do sacerdócio e muitas verdades do evangelho foram tiradas da Terra, iniciando-se, assim, um longo período de trevas espirituais chamado de grande Apostasia. O profeta Amós profetizou a esse respeito, dizendo que chegaria o tempo em que haveria    “( . . . ) fome sobre a terra; não fome de pão, nem sede de água, mas de ouvir as palavras do Senhor”. (Amós 8:11) Durante os longos séculos da Apostasia, muitos homens e mulheres honestos procuraram a plenitude das verdades do evangelho, mas não a encontraram. Clérigos de muitas denominações religiosas pregavam diferentes mensagens e pediama homens e mulheres que os seguissem. Embora muitos tivessem intenções honestas, nenhum deles possuía a plenitude da verdade nem a autoridade de Deus.

Entretanto o Senhor, em Sua misericórdia, prometera que o evangelho e o poder do Sacerdócio seriam um dia restaurados para nunca mais serem tirados da Terra. No início do século dezenove, Sua promessa estava prestes a cumprir-se e a longa noite de apostasia prestes a terminar.




Haverá, certamente, inúmeras pessoas que argumentarão contra o exposto, mas devemos, antes de qualquer coisa, sermos racionais: Fatos históricos leva-nos a creditar confiança no texto elencado pelo fato de que eventos antecessores marcaram a luta contra as divergências religiosas, principalmente durante a idade média. Um desses eventos é a reforma protestante, que rompe com antigos dogma e vícios e estabelece o rompimento com uma ordem instituída a séculos atrás, mas que já se apresentava fundamentada na corrupção.
E como, então, o poder divino teria sido passado através dos anos, tendo o último apóstolo morrido e a religião, como unidade indivisível, ter sido vitimada pelas paixões humanas? Agravando-se a isso o elemento reformista de Lutero, que leva o homem a salvação sem a necessidade de intermediários da Igreja, e podendo, qualquer um fundar uma Igreja com princípios próprios e particulares. Desse modo, outro problema surge: como os novos pastores foram ordenados e, consequentemente, autorizados a agir em nome da Divindade?
Então, a quem seguir? Se todas as igrejas são certas, por que tanta concorrência e críticas entre elas? E se  a maioria está errada, como detectar a certa?
Perguntas como essas faze-nos concluir que seria necessário, e urgente, restaurar o evangelho, com a autoridade e permissão do próprio Deus.  Essa necessidade de Restauração resultará, em 1820, na Primeira Visão.




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